Restaurantes e alimentação

Contabilidade para restaurantes e bares
em São Paulo

Restaurante trabalha com margem curta e muito dinheiro passando pelo caixa: maquininha, aplicativo, gorjeta, fornecedor todo dia. A contabilidade que não acompanha esse ritmo deixa imposto na mesa e passivo na cozinha. A VIPS cuida de restaurantes, bares e padarias desde 1995.

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O que muda nos restaurantes

Quatro contas que o
restaurante erra sem saber

O restaurante parece simples de tributar e é o contrário. Bebida, gorjeta, turno e aplicativo têm regras próprias, e cada uma delas aparece no resultado do mês. Juntas, explicam por que tanta casa cheia fecha o ano com pouco lucro.

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Bebida tem imposto diferente da comida

Refrigerantes, cervejas e águas têm PIS e COFINS concentrados no fabricante e, em São Paulo, ICMS recolhido por substituição tributária. No Simples, essas receitas precisam ser separadas do faturamento da cozinha. Restaurante que tributa a bebida como se fosse prato paga o mesmo imposto duas vezes.

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A taxa de serviço não é receita

A Lei 13.419/2017 define que a gorjeta, inclusive os 10% da conta, pertence aos empregados. Ela não entra como faturamento do restaurante, mas integra a remuneração e deve ser anotada em carteira. A lei permite reter parte para cobrir os encargos: até 20% no Simples e até 33% nos demais regimes.

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Folha de turnos e noites

Cozinha e salão funcionam em turnos, à noite, nos fins de semana e feriados, com equipe que muda a cada temporada. Adicional noturno, descanso semanal, banco de horas e contrato intermitente seguem regras que geram passivo quando aplicadas no improviso. O departamento pessoal orienta a distribuição das horas dentro da lei, para a escala da casa não virar processo trabalhista.

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Aplicativo, maquininha e caixa

O dinheiro entra por três caminhos e chega descontado: taxa do aplicativo de delivery, taxa da maquininha, antecipação de recebíveis. Sem conciliação, a receita declarada não fecha com a movimentação bancária, e é exatamente esse cruzamento que a Receita faz primeiro. A conciliação mensal fecha essa conta antes que ela vire notificação.

Como a VIPS atende restaurantes

No ritmo do salão,
com o caixa fechado

A VIPS estrutura e cuida de restaurantes, bares e padarias desde 1995. Quem já opera e quer revisar a estrutura começa pela migração sem parada.

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Separação do faturamento

Cozinha, bebidas e taxa de serviço tratadas cada uma pela sua regra, desde a configuração do sistema de vendas.

2

Rotina completa

Contabilidade, fiscal, folha com turnos e gorjeta, conciliação de cartões e delivery, com acesso direto ao especialista.

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Planejamento incluso

Revisão do regime e das retenções conforme o faturamento cresce ou a casa abre nova unidade. Incluído para todos os clientes, sem custo extra.

Perguntas frequentes

O que donos de restaurante
perguntam antes de estruturar

As respostas abaixo valem como regra geral. A tributação de cada casa depende do cardápio, do volume de bebidas e do modelo de operação, e essa leitura a gente faz junto, na conversa inicial.

Restaurante pode ser do Simples Nacional?

Pode. Bares e restaurantes ficam no Anexo I do Simples, com o mesmo limite de R$ 4,8 milhões por ano. O ganho real depende de separar corretamente as bebidas monofásicas e com substituição tributária, que reduzem a guia de forma relevante em casas com volume de bebida.

Os 10% de serviço entram no faturamento?

Não. Pela Lei 13.419/2017, a taxa de serviço é dos empregados e não compõe a receita do restaurante. O valor precisa ser distribuído conforme critério definido, anotado em carteira e considerado nos encargos. A lei autoriza reter uma parte para cobrir esses encargos, com limite conforme o regime da empresa.

Comprei um restaurante pronto. Fico com as dívidas do antigo dono?

Pode ficar. Pelo art. 133 do Código Tributário Nacional, quem adquire o fundo de comércio e continua a mesma atividade responde pelos tributos devidos até a data da compra. Antes de fechar o negócio, vale levantar as certidões e a situação fiscal do estabelecimento.

Venda por aplicativo é declarada pelo valor cheio ou líquido?

Pelo valor cheio da venda. A comissão do aplicativo e a taxa da maquininha são despesas do restaurante, não redutores da receita. Declarar pelo valor líquido gera divergência com as informações que as plataformas e as operadoras enviam à Receita.

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Margem curta pede
imposto certo.

Traga o faturamento e uma ideia do peso das bebidas nas vendas. Em uma conversa a gente mostra quanto a separação correta muda a guia do seu restaurante. Sem compromisso e sem resposta de prateleira.

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