Indústria
Na indústria, o imposto se ganha ou se perde nos créditos: cada matéria-prima, embalagem e insumo comprado carrega tributo que pode voltar para a empresa. A contabilidade que não enxerga a fábrica deixa esse dinheiro no fornecedor. A VIPS cuida de indústrias desde 1995.
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A indústria tem a tributação mais encadeada de todas: o que se paga na compra conversa com o que se paga na venda. As quatro engrenagens abaixo decidem quanto dessa conversa termina a favor da empresa.
01
A indústria é contribuinte do IPI, com alíquota definida pela classificação fiscal do produto (NCM) na tabela do IPI. Pela regra da não cumulatividade da Constituição (art. 153, §3º), o IPI pago na compra de matéria-prima, produto intermediário e embalagem vira crédito. Produto classificado errado sai com alíquota errada, e o erro se repete em cada nota emitida.
02
No Lucro Real, PIS e COFINS são não cumulativos e geram crédito sobre insumos (Leis 10.637/2002 e 10.833/2003). O STJ, no REsp 1.221.170, definiu que insumo é tudo o que é essencial ou relevante para a produção, e não só o que se incorpora ao produto. Manutenção, EPI e outros gastos de fábrica costumam ficar fora do crédito por falta de leitura técnica.
03
A legislação do Imposto de Renda exige custeio por absorção: matéria-prima, mão de obra e gastos gerais de fábrica entram no custo do produto. Para estabelecimentos industriais, o Bloco K do SPED Fiscal registra a produção e o consumo de insumos. Custo mal apurado distorce o lucro e o estoque, e o Bloco K expõe a diferença.
04
No Simples, a indústria fica no Anexo II, com o IPI dentro da guia, mas sem aproveitar créditos e transferindo crédito limitado a quem compra dela. No Lucro Presumido, a presunção é de 8% para o IRPJ e 12% para a CSLL. Indústria com muitos insumos e margem apertada costuma pagar menos no Lucro Real, justamente pelos créditos.
Como a VIPS atende a indústria
A VIPS estrutura e cuida de indústrias de transformação, confecções e gráficas desde 1995. Quem já opera e quer revisar a estrutura começa pela migração sem parada.
Leitura da produção
NCMs, ficha técnica e fluxo de insumos revisados para garantir alíquotas certas e créditos aproveitados desde a compra.
Rotina completa
Contabilidade de custos, apuração de IPI, ICMS, PIS e COFINS, Bloco K e folha, com acesso direto ao especialista.
Planejamento incluso
Comparação periódica entre os regimes, com os créditos na conta. Incluído para todos os clientes, sem custo extra.
Perguntas frequentes
As respostas abaixo valem como regra geral. A tributação de cada indústria depende do que ela produz e compra, e essa leitura a gente faz junto, na conversa inicial.
Indústria pode ser do Simples Nacional?
Pode, no Anexo II, até R$ 4,8 milhões de faturamento anual, com o IPI recolhido dentro da guia. A limitação está nos créditos: pela LC 123/2006 (art. 23), a empresa do Simples não aproveita créditos e transfere crédito de ICMS limitado aos clientes. Para quem vende para outras indústrias, isso pesa na negociação.
O que é o Bloco K?
É a parte do SPED Fiscal em que o estabelecimento industrial informa a produção e o estoque: o que entrou de insumo, o que foi consumido e o que foi produzido. Ele permite à fiscalização cruzar a ficha técnica com as notas. Inconsistência no Bloco K costuma apontar erro de custo ou de estoque.
Classificar o produto no NCM errado dá problema?
Dá. O NCM define a alíquota de IPI e influencia o ICMS e o PIS e a COFINS. Classificação errada gera imposto pago a menos, com multa na fiscalização, ou pago a mais, sem que ninguém perceba. A revisão dos NCMs é um dos primeiros trabalhos na entrada de uma indústria.
Terceirizar parte da produção muda o imposto?
Muda. A remessa de material para industrialização por terceiros e o retorno do produto têm tratamento próprio de IPI e ICMS, com suspensão do imposto em várias situações. O enquadramento depende de quem fornece o material e do destino do produto, e se define antes da primeira remessa.
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Traga o faturamento, os principais insumos e o regime atual. Em uma conversa a gente aponta onde estão os créditos que hoje ficam no caminho. Sem compromisso e sem resposta de prateleira.
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