Saúde

Contabilidade para médicos e clínicas
em São Paulo

Poucas atividades têm tantos caminhos tributários quanto a saúde. Fator R, ISS fixo, equiparação hospitalar: a mesma clínica pode pagar valores muito diferentes dependendo de como foi estruturada. A VIPS cuida de médicos, dentistas e clínicas desde 1995, e começa pelo desenho, antes da guia.

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O que muda na saúde

Quatro decisões que definem
quanto a clínica paga

A diferença entre uma clínica bem estruturada e uma clínica que paga caro raramente está na operação. Está nas escolhas feitas na abertura e nunca revisadas. Os quatro pontos abaixo concentram a maior parte do dinheiro deixado na mesa por médicos e dentistas em São Paulo.

01

Pessoa física ou PJ

Médico que atende como pessoa física recolhe pelo carnê-leão, com alíquota que chega a 27,5%. Na PJ, a carga depende do regime e, no Simples, do fator R (a relação entre folha e receita, que define se a atividade cai no Anexo III ou no Anexo V). A conta muda a cada faixa de faturamento. Simular antes de abrir evita pagar caro desde o primeiro mês.

02

O regime define quanto sobra

No Lucro Presumido, serviços médicos em geral têm presunção de 32% para IRPJ e CSLL. Serviços hospitalares podem ter presunção de 8% e 12%, a chamada equiparação hospitalar, prevista na Lei 9.249/95. A lei exige sociedade empresária e atendimento às normas da Anvisa. Clínica que se enquadra e não usa paga imposto a mais todos os meses.

03

ISS fixo para sociedades de profissionais

Em São Paulo, sociedades formadas só por profissionais da mesma habilitação podem recolher o ISS como SUP – Sociedade Uniprofissional: valor fixo por profissional, em vez de percentual sobre o faturamento. Para clínicas com bom volume, a diferença é grande. O enquadramento tem requisitos formais, e escolhas erradas no contrato social derrubam o benefício.

04

CNES, convênios e DMED

Clínica que atende convênio ou cujos pacientes pedem reembolso precisa do CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde ativo e atualizado. Sem ele, operadoras negam credenciamento e reembolso. Na rotina fiscal, quem recebe de pessoa física entrega a DMED – Declaração de Serviços Médicos e de Saúde, que a Receita cruza com o Imposto de Renda dos pacientes.

Como a VIPS atende a saúde

O desenho vem antes
da burocracia

A VIPS abre, estrutura e cuida de clínicas e consultórios desde 1995. Quem já opera e quer revisar a estrutura começa pela migração sem parada.

1

Desenho antes do CNPJ

Tipo societário, CNAEs e regime definidos pela operação real, com simulação entre Simples, Presumido e os enquadramentos próprios da saúde.

2

Rotina completa

Contabilidade, fiscal, folha e pró-labore, DMED e obrigações da atividade, com contador responsável e acesso direto ao especialista.

3

Planejamento incluso

Revisão periódica do enquadramento conforme a clínica cresce. Incluído para todos os clientes, sem custo extra.

Perguntas frequentes

O que médicos perguntam
antes de estruturar

As respostas abaixo valem como regra geral. O enquadramento de cada clínica depende dos números dela, e essa conta a gente faz junto, na conversa inicial.

Médico paga menos imposto como PJ?

Na maior parte dos casos, a partir de um certo nível de receita, sim. A resposta exata depende do faturamento, da folha e do regime possível para a atividade. Essa simulação, com os seus números, é a primeira coisa que fazemos na conversa inicial, antes de qualquer proposta.

O que é equiparação hospitalar e quem pode usar?

É a presunção reduzida do Lucro Presumido (8% para IRPJ e 12% para CSLL) aplicada a serviços hospitalares, prevista na Lei 9.249/95. A lei exige sociedade empresária e atendimento às normas da Anvisa, e a Receita analisa o serviço efetivamente prestado, não o nome no contrato. Nem toda clínica se enquadra; a análise é caso a caso.

Minha clínica precisa de CNES?

Para atender convênios, credenciar a clínica junto a operadoras e permitir reembolso aos pacientes, sim. Clínica sem CNES ativo e atualizado recebe negativas mesmo com toda a documentação fiscal em dia. O cadastro precisa refletir o endereço e os profissionais atuais.

Posso pagar ISS fixo em São Paulo?

Sociedades formadas apenas por profissionais da mesma habilitação podem pleitear o regime de SUP, com ISS em valor fixo por profissional. O município analisa o contrato social e a forma de atuação. Como o enquadramento depende do desenho societário, a decisão se toma junto com a escolha do regime federal, nunca isolada.

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que a VIPS atende

Para ler: A CBS substitui PIS e Cofins em 2027, e cada regime sente de um jeito · Fim da escala 6x1: o que muda na jornada e nas folgas da equipe · Clínicas e consultórios na CBS e no IBS: o que a redução de 60% alcança

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A conta certa começa
pelos seus números.

Traga o faturamento e a folha da clínica. Em uma conversa a gente simula os enquadramentos possíveis e mostra a diferença em reais. Sem compromisso e sem resposta de prateleira.

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